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1914 — hoje

A história do Verdão

Uma viagem no tempo pela glória alviverde: o Mundial de 1951, as Academias, as Libertadores e cada troféu que fez a maior galeria do Brasil.

Trilha de licença livre — “Heroic Age”, Kevin MacLeod (incompetech.com) · CC BY 4.0. Não é o hino oficial; troque por arquivo próprio em public/hino.mp3.

Linha do tempo

Da fundação do Palestra Itália à era Abel — clique em um evento para abrir a história

  1. O Palestra Itália em 1916, nos primeiros anos do clube
    O Palestra Itália (atual Palmeiras) em 1916, nos primeiros anos · autor desconhecido, domínio público · Wikimedia Commons

    Reunidos no bairro do Brás, um grupo de imigrantes e descendentes de italianos funda a Società Sportiva Palestra Italia, para que a colônia italiana de São Paulo tivesse um clube para chamar de seu. O primeiro jogo de futebol viria meses depois, e o verde da Itália se tornaria a cor eterna do clube.

  2. Time do Palestra Itália campeão paulista de 1920
    Palestra Itália, campeão paulista de 1920 · autor desconhecido, domínio público · Wikimedia Commons

    Seis anos após a fundação, veio o primeiro Paulista. Era o começo de uma hegemonia: o clube se tornaria o maior campeão estadual de São Paulo.

    Paulistas na era Palestra8 títulos
  3. Time do Palestra Itália campeão paulista de 1940
    O Palestra Itália campeão paulista de 1940, às vésperas da mudança de nome · autor desconhecido, domínio público · Wikimedia Commons

    Com o Brasil na Segunda Guerra contra a Itália, o clube foi obrigado a abandonar o nome Palestra Itália. No dia 14 de setembro de 1942, entrou em campo pela primeira vez como Palmeiras — contra o São Paulo, valendo o título paulista — e venceu, no episódio eternizado como Arrancada Heroica.

  4. Elenco do Palmeiras na final da Copa Rio de 1951
    O elenco na final da Copa Rio de 1951 · Arquivo Nacional, domínio público · Wikimedia Commons

    Organizada com clubes campeões da Europa e da América, a Copa Rio de 1951 foi o primeiro torneio de escala mundial entre clubes. O Palmeiras superou a Juventus na final, no Maracanã, e é reconhecido como o primeiro campeão mundial interclubes do futebol — título tratado aqui, com orgulho, como o Mundial do clube.

    Final vs. Juventus1×0 e 2×2
  5. Elenco do Palmeiras em 1960, a Primeira Academia
    O elenco do Palmeiras em 1960, a Primeira Academia · autor desconhecido, domínio público · Wikimedia Commons

    A geração apelidada de Primeira Academia encantou o país com um futebol de toques e movimentação à frente do seu tempo, e conquistou a Taça Brasil de 1960 — hoje reconhecida como Campeonato Brasileiro.

  6. Time do Palmeiras de 1972, com Ademir da Guia, Dudu e Leivinha
    A Academia de 1972, com Ademir da Guia, Dudu e Leivinha · domínio público · Wikimedia Commons

    A Segunda Academia dominou o futebol brasileiro: campeã brasileira em 1967 (Robertão), 1967 (Taça Brasil), 1969, 1972 e 1973. Ademir da Guia, o Divino, se tornaria o recordista de jogos da história do clube.

    Brasileiros em 7 anos5 títulos
  7. A Academia da Parmalat comemora, no uniforme clássico de 1993-94
    A Academia da Parmalat comemora — o time bicampeão brasileiro de 1993 e 1994 · registro de imprensa da época

    A parceria com a Parmalat montou um dos maiores times do futebol brasileiro — Edmundo, Evair, Zinho, César Sampaio, Roberto Carlos e Rivaldo. O Paulista de 1993, com um 4×0 sobre o Corinthians no jogo decisivo, encerrou o maior jejum da história do clube. Na sequência veio o bicampeonato brasileiro: campeão em 1993 e de novo em 1994, coroando a Academia da Parmalat como a força do futebol nacional.

    Bi brasileiro1993 · 1994
  8. Marcos, o goleiro Santo, herói da Libertadores de 1999
    Marcos, o Santo — goleiro herói do título de 1999 (foto de 2009) · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons

    A campanha de 1999 consagrou o goleiro Marcos, herói das defesas decisivas. Na final contra o Deportivo Cali, o título veio nos pênaltis, em casa. O Palmeiras se tornava campeão da América pela primeira vez.

    Final, pênaltis4×3
  9. Mosaico da torcida do Palmeiras no Palestra Itália
    A torcida alviverde faz a festa no Palestra Itália — a paixão que atravessou a Série B (foto de 2007) · Leonef, domínio público · Wikimedia Commons

    O rebaixamento em 2002 foi o momento mais duro da história recente. A resposta veio em 2003: campeão da Série B com festa da torcida em todos os estádios, o clube voltou à elite — capítulo que a arquibancada transformou em orgulho. Em 2013, uma segunda travessia terminaria do mesmo jeito: com o troféu.

  10. Valdivia faz o 'chororô' provocando o São Paulo — Paulista 2008
    Valdivia faz o histórico 'chororô' provocando o São Paulo, na campanha do título paulista de 2008 · registro de imprensa da época

    Com Vanderlei Luxemburgo — o mesmo comandante do título de 1996 — o Verdão encerrou 12 anos de fila estadual. Na final contra a Ponte Preta, 1×0 fora e um histórico 5×0 no Palestra Itália, a maior goleada em final da história do Paulistão. Valdivia, o Mago, marcou na decisão; Alex Mineiro foi o artilheiro do torneio.

    Final no Palestra5×0
  11. Final da Copa do Brasil de 2012 no Pacaembu lotado
    A final da Copa do Brasil de 2012 no Pacaembu · ddesani, CC BY 3.0 · Wikimedia Commons

    O ano mais agridoce da história recente: o Palmeiras conquistou a Copa do Brasil sobre o Coritiba, garantindo vaga na Libertadores, e caiu para a Série B no Brasileirão poucas semanas depois. A taça que a torcida ergueu já sabendo do rebaixamento — orgulho e melancolia na mesma temporada.

  12. Fachada do Allianz Parque
    Allianz Parque em 2024 · Leonef, CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons

    A reconstrução do estádio deu ao clube uma nova era de receitas e a casa que se tornaria caldeirão: o Allianz Parque, inaugurado em novembro de 2014, com capacidade para cerca de 43 mil torcedores.

    Capacidade~43 mil
  13. Fernando Prass, goleiro herói da Copa do Brasil de 2015
    Fernando Prass, o goleiro herói da Copa do Brasil de 2015 · Roberto Sabino, CC BY 2.0 · Wikimedia Commons

    A primeira final de Copa do Brasil decidida nos pênaltis. Depois do 1×0 do Santos na Vila e do 2×1 no Allianz (dois de Dudu), o 2×2 agregado foi para as penalidades. Fernando Prass, que insistiu em jogar mesmo com o cotovelo fraturado, defendeu e bateu o pênalti decisivo: 4×3. O 3º título de Copa do Brasil e o pontapé da retomada rumo à era Allianz.

    Pênaltis4×3
  14. Festa do título brasileiro de 2016 no Allianz Parque
    A festa do eneacampeonato brasileiro no Allianz Parque (2016) · Leonef, CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons

    Sob o comando de Cuca e com o artilheiro Gabriel Jesus, o time fez campanha dominante e confirmou o eneacampeonato diante da Chapecoense, no Allianz. O troféu de 2018, dois anos depois, viria com Felipão — o decacampeonato.

  15. Dudu, capitão do Palmeiras decacampeão de 2018
    Dudu, capitão e símbolo do time decacampeão de 2018 (foto de 2022) · Sepguilherme, CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons

    Roger Machado saiu, Felipão chegou em julho e o Verdão não perdeu mais nenhum jogo: 23 partidas invicto até o fim (17 vitórias e 6 empates), 47 dos 57 pontos possíveis no returno. Mesmo rodando muito o elenco, emplacou 13 vitórias seguidas em casa — recorde na era dos pontos corridos — e ergueu o 10º Brasileiro com 77 pontos.

    Invicto no returno23 jogos
  16. Taça da Libertadores 2020 conquistada pelo Palmeiras
    A taça da Libertadores 2020, o bi da América · NullReason, CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons

    Na final única contra o Santos, no Maracanã, o gol de cabeça de Breno Lopes nos acréscimos deu ao Palmeiras a Libertadores 2020 — a primeira do ciclo Abel Ferreira, que mudaria o patamar do clube na década.

    Gol do título98º minuto
  17. Os três troféus da Libertadores do Palmeiras: 1999, 2020 e 2021
    Os três troféus da América: 1999, 2020 e 2021 · NullReason, CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons

    Na final de Montevidéu, o lance eterno: Deyverson rouba a bola no meio-campo e sai na cara do gol na prorrogação. O 2×1 sobre o Flamengo fez do Palmeiras o primeiro brasileiro tricampeão da Libertadores no século, com dois títulos seguidos.

  18. Jogadores do Palmeiras erguem o troféu do Brasileirão de 2022
    O elenco ergue o troféu do Brasileirão de 2022 · Sepguilherme, CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons

    Depois do Brasileirão de 2022 vencido com sobras, o de 2023 veio em recuperação histórica no returno, ultrapassando um Botafogo que liderou por meses. Endrick, revelado pela base, foi símbolo da reta final. O 12º Brasileiro consolidou o clube como o maior campeão brasileiro.

    Brasileiros12

Sala de troféus

1×

🌎🏆

Mundial Interclubes

1951

Copa Rio de 1951 — primeiro torneio mundial interclubes, vencido sobre a Juventus no Maracanã.

3×

Copa Libertadores

1999 · 2020 · 2021

12×

Campeonato Brasileiro

1960 · 1967 · 1967 · 1969 · 1972 · 1973 · 1993 · 1994 · 2016 · 2018 · 2022 · 2023

4×

Copa do Brasil

1998 · 2012 · 2015 · 2020

27×

Campeonato Paulista

1920 · 1926 · 1927 · 1932 · 1933 · 1934 · 1936 · 1940 · 1942 · 1944 · 1947 · 1950 · 1959 · 1963 · 1966 · 1972 · 1974 · 1976 · 1993 · 1994 · 1996 · 2008 · 2020 · 2022 · 2023 · 2024 · 2026

Todos os treinadores

De 1914 a hoje — vote no seu favorito; os lendários em destaque

Abel Ferreira
★ Lendário

Abel Ferreira

2020–presente

11títulos
🏆 Libertadores 2020🏆 Libertadores 2021🏆 Copa do Brasil 2020🏆 Recopa Sul-Americana 2022🏆 Brasileiro 2022🏆 Brasileiro 2023+5
Cuca
★ Lendário

Cuca

2016, 2017

1títulos
🏆 Brasileiro 2016
Luiz Felipe Scolari (Felipão)
★ Lendário

Luiz Felipe Scolari (Felipão)

1997–2000, 2010–2012, 2018–2019

6títulos
🏆 Libertadores 1999🏆 Copa Mercosul 1998🏆 Copa do Brasil 1998🏆 Copa do Brasil 2012🏆 Rio-São Paulo 2000🏆 Brasileiro 2018
Vanderlei Luxemburgo
★ Lendário

Vanderlei Luxemburgo

1993–96, 2002, 2008–09, 2019–20

8títulos
🏆 Brasileiro 1993🏆 Brasileiro 1994🏆 Paulista 1993🏆 Paulista 1994🏆 Paulista 1996🏆 Paulista 2008+2
Rubens Minelli
★ Lendário

Rubens Minelli

1969–71, 1982–83, 1987–88

1títulos
🏆 Brasileiro 1969
★ Lendário

Osvaldo Brandão

1945, 1947–48, 1958–60, 1971–75

7títulos
🏆 Brasileiro 1972🏆 Brasileiro 1973🏆 Taça Brasil 1960🏆 Paulista 1947🏆 Paulista 1959🏆 Paulista 1972+1
★ Lendário

Filpo Núñez

1964–65, 1968–69, 1978–79

1títulos
🏆 Rio-São Paulo 1965
★ Lendário

Mário Travaglini

1963–68, 1971, 1984–85

2títulos
🏆 Taça Brasil 1967🏆 Paulista 1966
Aymoré Moreira
★ Lendário

Aymoré Moreira

1954–1957, 1967

1títulos
🏆 Brasileiro 1967 (Robertão)
★ Lendário

Ventura Cambón

1935–36, 1938–39, 1944–54, 1957

4títulos
🏆 Copa Rio 1951🏆 Rio-São Paulo 1951🏆 Paulista 1944🏆 Paulista 1950
★ Lendário

Humberto Cabelli

1930, 1932–1934

4títulos
🏆 Paulista 1932🏆 Paulista 1933🏆 Paulista 1934🏆 Rio-São Paulo 1933
Créditos das fotos (32)
  • Abel Ferreira: Governo do Estado de São Paulo, CC BY 2.0 · Wikimedia Commons
  • Mano Menezes: Fotos GOVBA, CC BY 2.0 · Wikimedia Commons
  • Roger Machado: Copa do Nordeste, CC BY 3.0 · Wikimedia Commons
  • Eduardo Baptista: WSPORTS Oficial, CC BY 3.0 · Wikimedia Commons
  • Cuca: Show do Esporte, CC BY 3.0 · Wikimedia Commons
  • Dorival Júnior: Fotos Flu, CC BY 2.0 · Wikimedia Commons
  • Ricardo Gareca: Agencia de Noticias ANDES, CC BY-SA 2.0 · Wikimedia Commons
  • Alberto Valentim: Camila 10, CC BY 3.0 · Wikimedia Commons
  • Gilson Kleina: Record TV Goiás, CC BY 3.0 · Wikimedia Commons
  • Luiz Felipe Scolari (Felipão): Danilo Borges, CC BY 3.0 · Wikimedia Commons
  • Antônio Carlos Zago: Léo Pinheiro, CC BY-SA 3.0 · Wikimedia Commons
  • Muricy Ramalho: Alexandre Giesbrecht, CC BY 3.0 · Wikimedia Commons
  • Jorginho: Christophe95, CC BY-SA 3.0 · Wikimedia Commons
  • Vanderlei Luxemburgo: Podemos 20, CC BY 4.0 · Wikimedia Commons
  • Caio Júnior: Bahia Notícias, CC BY 2.0 · Wikimedia Commons
  • Tite: Granada, CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons
  • Emerson Leão: Júnior Faria, CC BY-SA 2.0 · Wikimedia Commons
  • Levir Culpi: Douglas Teixeira, CC BY 2.0 · Wikimedia Commons
  • Celso Roth: Lennon Haas, CC BY 4.0 · Wikimedia Commons
  • Telê Santana: Tales.ebner, domínio público · Wikimedia Commons
  • Nelsinho Baptista: TV CNB, CC BY 3.0 · Wikimedia Commons
  • Paulo César Carpegiani: Agencia de Noticias ANDES, CC BY-SA 2.0 · Wikimedia Commons
  • Olegário Tolói (Dudu): NullReason, CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons
  • Rubens Minelli: domínio público · Wikimedia Commons
  • Dino Sani: Christophe95, CC BY-SA 3.0 · Wikimedia Commons
  • Valdir Joaquim de Moraes: Léo Pinheiro, CC BY-SA 3.0 · Wikimedia Commons
  • Manuel Fleitas Solich: domínio público · Wikimedia Commons
  • Sylvio Pirillo: domínio público · Wikimedia Commons
  • Aymoré Moreira: Hugo van Gelderen / Anefo, CC BY-SA 3.0 nl · Wikimedia Commons
  • Mário Vianna: domínio público · Wikimedia Commons
  • Emérico Hirschl: domínio público · Wikimedia Commons
  • Amílcar Barbuy: domínio público · Wikimedia Commons

Camisas & Patrocínios

A identidade do clube ao longo do tempo — manto e peito

Camisa do Palmeiras — 1914–1920s

1914–1920s

A camisa do Palestra Itália

Material:
Sob medida

O começo de tudo: o time do Palestra Itália em 1918, já com o verde que se tornaria eterno e o monograma do clube no peito.

Time do Palestra Itália, 1918 · domínio público · Wikimedia Commons

Camisa do Palmeiras — 1951★ Lendária

1951

O manto do Mundial de 1951

Material:
Sem marca (sob medida)

O elenco campeão da Copa Rio sobre a Juventus, com o escudo do 'P' no peito — o manto de campeão mundial.

Elenco campeão da Copa Rio de 1951 · domínio público · Wikimedia Commons

Camisa do Palmeiras — Anos 1960

Anos 1960

A Primeira Academia

Material:
Sem marca

O verde clássico da geração do futebol-arte que conquistou o primeiro título nacional, em 1960.

Palmeiras de 1960, a Primeira Academia · domínio público · Wikimedia Commons

Camisa do Palmeiras — Anos 1970

Anos 1970

A Segunda Academia

Material:
Adidas

O esquadrão de Ademir da Guia, que dominou o país no início dos anos 70 — já na era das três listras.

Palmeiras de 1972, a Segunda Academia · domínio público · Wikimedia Commons

Camisa do Palmeiras — 1992–2000★ Lendária

1992–2000

A era Parmalat

Material:
Rhumell / Adidas
Máster:
Parmalat

O manto mais lendário: a parceria com a Parmalat bancou os anos 90 dourados — Edmundo, Rivaldo, Roberto Carlos, Djalminha e a base campeã, os títulos brasileiros de 1993 e 1994 e a Libertadores de 1999.

Elenco da era Parmalat, anos 1990 · registro de imprensa da época

Camisa do Palmeiras — 2001–2007

2001–2007

A camisa da Pirelli

Material:
Rhumell / Diadora
Máster:
Pirelli

O verde dos anos 2000 com a Pirelli no peito, sucessora da Parmalat.

Palmeiras com a camisa Diadora / Pirelli, anos 2000 · registro de imprensa da época

Camisa do Palmeiras — 2010–2018

2010–2018

A era Adidas + Crefisa

Material:
Adidas
Máster:
Crefisa

O manto da reconstrução: Adidas com a Crefisa no peito, atravessando o Allianz Parque e o eneacampeonato de 2016.

Gabriel Jesus com o manto Adidas + Crefisa, 2016 · registro de imprensa da época

Camisa do Palmeiras — 2019–2024

2019–2024

A era Puma + Crefisa

Material:
Puma
Máster:
Crefisa

A Puma veste o clube desde 2019 — o manto da era Abel Ferreira e dos títulos da América, com a Crefisa no peito.

Dudu com a camisa Puma + Crefisa, 2022 · SOCCER DIGITAL, domínio público · Wikimedia Commons

Camisa do Palmeiras — 2025–atual● Atual

2025–atual

A camisa de hoje

Material:
Puma
Máster:
Sportingbet

A Sportingbet sucedeu a Crefisa como patrocinadora máster em 2025 — o manto atual da Puma, agora com a marca de apostas no peito.

Raphael Veiga com a camisa Puma + Sportingbet, 2025 · Raul Ramos, CC0 · Wikimedia Commons

A maioria das fotos é de licença livre (Wikimedia Commons); as eras mais antigas (Parmalat, Pirelli e o manto verde de casa dos anos 2010) usam registros de imprensa da época, sem foto livre equivalente. A camisa dos anos 1980 ainda está de fora — entra assim que surgir uma imagem.

Museu: estádios, mascotes & emblemas

As casas, os símbolos e o escudo do Verdão — de 1914 a hoje

Do Parque Antarctica, comprado em 1920, ao Nubank Parque de hoje — todas as casas do Verdão.

Parque Antarctica / Estádio Palestra Itália★ Marcante

1920–2010

a casa histórica

Parque Antarctica / Estádio Palestra Itália

O terreno nasceu como parque de lazer da Companhia Antarctica Paulista: aberto ao público em 1º de março de 1902, recebeu em 3 de maio daquele ano a partida inaugural do primeiro campeonato oficial de futebol do Brasil. Em 27 de abril de 1920, o Palestra Itália comprou o campo por 500 contos de réis — uma fortuna que o ceticismo da época apelidou de "A Loucura do Século". O estádio de concreto foi inaugurado em 13 de agosto de 1933, com capacidade para 30 mil.

Durante a Segunda Guerra o clube foi obrigado a abandonar o nome italiano (1942), mas o apelido "Parque Antarctica" resistiu a tudo e nunca deixou de ser o nome do torcedor. O velho estádio foi um caldeirão: recorde de 40.283 pessoas em 1976, 68 jogos de invencibilidade em casa entre 1986 e 1990 e, em 16 de junho de 1999, sua noite mais gloriosa — a conquista da Libertadores sobre o Deportivo Cali nos pênaltis, com Marcos herói. A despedida veio em 2010; a demolição, em 2011, abriu espaço para a nova arena sobre o mesmo terreno.

Estádio Palestra Itália em 2010, um dos últimos jogos · Roberto Sabino, CC BY 2.0 · Wikimedia Commons

O exílio: Pacaembu, Barueri e Prudentão

2010–2014

os anos de travessia

O exílio: Pacaembu, Barueri e Prudentão

Sem casa própria por mais de quatro anos, o Palmeiras virou clube nômade. Mandou seus jogos sobretudo no Pacaembu, na Arena Barueri e no Prudentão, além do Canindé e de praças do interior. O período coincidiu com a fase esportiva mais amarga da era moderna: sem o fator casa e com as finanças pressionadas pela obra, o clube caiu para a Série B em 2012 e ainda flertou com nova queda em 2014.

Foi o custo — e o sacrifício — de viabilizar o salto de infraestrutura que viria a seguir. A torcida guarda esses anos como a travessia necessária entre o velho Parque Antarctica e a arena moderna erguida no mesmo lugar.

Estádio do Pacaembu, um dos refúgios do exílio · Mike Peel, CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons

Allianz Parque★ Marcante

2014–2026

a era mais vitoriosa

Allianz Parque

Erguido pela WTorre sobre o terreno do antigo Palestra Itália, o Allianz Parque foi inaugurado em 19 de novembro de 2014 — numa amarga derrota por 0 a 2 para o Sport. Dias depois, Paul McCartney abria a agenda de shows, inaugurando a vocação da casa como um dos maiores palcos musicais do país. Arena multiuso padrão FIFA, com cerca de 43,7 mil lugares e cobertura metálica marcante.

Se a estreia foi melancólica, o que veio depois transformou a arena no palco da era mais vitoriosa da história alviverde: Copas do Brasil (2015, 2020), Brasileiros (2016, 2022), múltiplos Paulistas e a festa das Libertadores de 2020 e 2021. Recordes sucessivos de público, gramado sintético desde 2020 e um dos sistemas de reconhecimento facial mais avançados do futebol brasileiro fizeram do Allianz um caldeirão moderno.

Fachada do Allianz Parque em 2024 · Leonef, CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons

Nubank Parque★ Marcante

2026–presente

a casa de hoje

Nubank Parque

Em maio de 2026 encerrou-se a era Allianz e começou a era Nubank. O banco digital assumiu os direitos de nome da arena, em acordo com a WTorre válido até 2044 — cerca de R$ 49,88 milhões por ano ao clube, um dos maiores contratos do futebol brasileiro e um salto expressivo frente ao acordo anterior de 2013.

Fiel à tradição de 2014, houve votação pública: "Nubank Parque" venceu, preservando a palavra "Parque" que conecta simbolicamente a arena moderna ao velho e amado Parque Antarctica. Muda o nome e o patrocinador da casa — a estrutura, a gestão da WTorre e a propriedade do clube seguem as mesmas.

A arena (hoje Nubank Parque) em 2025 · Leonef, CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons

Ídolos & Recordes

Artilheiros, quem mais vestiu o manto e os maiores ídolos — vote no seu

  1. 1
    Heitor

    Heitor

    1916–1931

    323gols
  2. 2
    César Maluco

    César Maluco

    1967–1974

    182gols
  3. 3
    Ademir da Guia

    Ademir da Guia

    1961–1977

    155gols
  4. 4

    Lima

    anos 1930–40

    149gols
  5. 5
    Servílio

    Servílio

    anos 1940–50

    139gols
  6. 6

    Rodrigues Tatu

    anos 1950

    131gols
  7. 7
    Humberto Tozzi

    Humberto Tozzi

    anos 1950

    127gols
  8. 8
    Evair

    Evair

    1990–1997

    126gols
Créditos das fotos (22)
  • Heitor: domínio público · Wikimedia Commons
  • César Maluco: registro de imprensa · imagem tratada
  • Ademir da Guia: Rob Mieremet / Anefo · CC BY-SA 3.0 · Wikimedia Commons
  • Servílio: domínio público · Wikimedia Commons
  • Humberto Tozzi: domínio público · Wikimedia Commons
  • Evair: Governo do Estado de São Paulo · CC BY 2.0 · Wikimedia Commons
  • Emerson Leão: Júnior Faria · CC BY-SA 2.0 · Wikimedia Commons
  • Dudu (Tolói): NullReason · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons
  • Luís Pereira: Rob Mieremet / Anefo · CC BY-SA 3.0 · Wikimedia Commons
  • Marcos: History Channel · CC0 · Wikimedia Commons
  • Djalma Santos: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil · CC BY 3.0 · Wikimedia Commons
  • Raphael Veiga: Sepguilherme · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons
  • Gustavo Gómez: NullReason · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons
  • Dudu: Renato Gizzi · CC BY 2.0 · Wikimedia Commons
  • Weverton: NullReason · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons
  • Jorge Valdivia: Carlos Figueroa · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons
  • Alex: registro de imprensa · palmeiras.com.br (imagem tratada)
  • Edmundo: Alex Carvalho · CC BY-SA 2.0 · Wikimedia Commons
  • Paulo Nunes: registro de imprensa · imagem tratada
  • Rivaldo: Laura Cortizo / Portal da Copa · CC BY 3.0 · Wikimedia Commons
  • Roberto Carlos: Aleksandr Melnikov · CC BY-SA 3.0 · Wikimedia Commons
  • Leivinha: Psnavarro7 · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia Commons

Clássicos

Retrospecto histórico contra os rivais

⚔️

Derby Paulista

vs. Corinthians

34%

de aproveitamento em vitórias

-2 no confronto
130V118E132D

380 jogos · 520 gols marcados

👑

Choque-Rei

vs. São Paulo

34%

de aproveitamento em vitórias

+3 no confronto
118V112E115D

345 jogos · 470 gols marcados

🌊

Clássico da Saudade

vs. Santos

38%

de aproveitamento em vitórias

+6 no confronto
128V90E122D

340 jogos · 502 gols marcados

Recordes

Maior artilheiro da história

Heitor — 327 gols

1916–1931

🎽

Mais jogos pelo clube

Ademir da Guia — 901 jogos

1961–1977

💥

Maior goleada

12 x 0

vs. Corinthians de Santo André, 1920 (dado a conferir)

🛡️

Série invicta no Brasileirão

33 jogos

2018–2019 · 25V 8E, recorde dos pontos corridos